quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Shih Tzu

Grupo 9 - Cães de Companhia
País de origem: Tibet
País Patrono: Grã-Bretanha
Nome no país de origem: Shih Tzu
Utilização: Companhia




RESUMO HISTÓRICO: as pessoas tendem a se confundir entre os Apso e Shih Tzu, mas há uma série de diferenças muito distintas entre eles. As raízes desta raça estão no Tibete, mas ela foi desenvolvida na China, onde cães como estes viviam nos palácios imperiais. A China se tornou uma república em 1912, após o que exemplares da raça encontraram seu caminho para o ocidente, embora a primeira importação registrada para a Grã-Bretanha não ocorreu antes de 1931. Foi reconhecida como uma raça distinta de outras raças orientais em 1934, sendo concedido um registro separado pelo The Kennel Club em 1940, com certificados para campeonato disponibilizados a partir de 1949. O visual do crisântemo para a cabeça do Shih Tzu é o mais atraente, e isso é causado pelo crescimento do pelo para cima, na ponte nasal.

APARÊNCIA GERAL: robusto, pelagem abundante, mas não excessiva, com um distinto porte arrogante e com uma cabeça com aspecto de crisântemo.

COMPORTAMENTO / TEMPERAMENTO: inteligente, ativo e alerta. Carinhoso e independente.

PELAGEM
Pelo: revestimento exterior longo, denso, não encaracolado, com moderado subpelo, não lanoso. Ligeira ondulação é permitida. Pelo não afetando a habilidade do cão para enxergar. O comprimento do pelo não deve restringir o movimento. 

COR: todas as cores são permitidas; uma listra branca na testa e branco na ponta da cauda são altamente desejados nos particolores.


TAMANHO / PESO
Altura na cernelha: não mais que 27 cm.
Tipo e características da raça são de extrema importância e em hipótese nenhuma
devem ser sacrificados somente pelo tamanho.
Peso: 4,5 a 8 kg. – Ideal: 4,5 a 7,5 kg.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Os alimentos para raças específicas previnem doenças e atendem as necessidades nutricionais de nossos cães





As rações específicas são alimentos que levam em conta as necessidades orgânicas dos animais para beneficiar, por meio de uma alimentação equilibrada, o desenvolvimento de suas características típicas e desejáveis, e também prevenir e minimizar os principais problemas de saúde que mais acometem determinadas raças. Muitas vezes ficamos em dúvida sobre se as rações para raças são realmente especiais.
O fato é que elas são produzidas a partir de longos estudos acerca das necessidades nutricionais de cada raça. Keyla Regina de Godoy, veterinária da Premier Pet, explica: “Essas rações oferecem cuidados extras, preventivos, na medida em que são balanceadas individualmente.”
É preciso esclarecer que apesar de ajudarem na prevenção de doenças essas rações não às tratam. É mesmo um cuidado preventivo, que se pode ter com o cão, dando a ele um alimento de alta qualidade.

Texto: Wagner Ribeiro

Fonte: Revista Meupet

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Saiba como fazer para ensinar seu filhote a fazer suas necessidades no local correto



Ensinar o seu cão a fazer suas necessidades fisiológicas no lugar certo é uma das preocupações dos donos de pets. O aprendizado dos cães é baseado em associações, feitas por meio de tentativas, erros e acertos. Uma associação que gera um resultado positivo e prazeroso para o cachorro fica fixada em sua memória, e tende a ser repetida até se tornar um hábito. Por exemplo, se ele ganhar um petisco todas as vezes que fizer xixi no lugar certo, vai tentar acertar cada vez mais. De forma contrária, uma associação que gera um resultado negativo para o cachorro tende a ser abandonada e esquecida.
É por isso que o treinamento com recompensa é muito mais produtivo do que o treinamento com punição. Mas só adianta recompensar ou reclamar com o cão durante ou logo imediatamente após o ato. Se passar mais tempo, o cachorro fará a associação, positiva ou negativa com o próximo evento qualquer que vier a seguir.

Um filhote, não consegue segurar o xixi na bexiga e nem o cocô no intestino. Mas eles aprendem rapidamente  a controlar seu organismo. Quando o filhote tem em média 6 meses de idade, ele normalmente já tem controle sobre as funções da bexiga e do intestino. Antes disso é natural que ele erre o local de suas necessidades.
A maneira mais rápida de fazer com que um filhote guarde na memória onde é o local correto para fazer as necessidades é estar com ele o tempo todo.  Assim é possível evitar objetos roídos e xixis nos locais errados.
Quando o pequeno não puder ser vigiado, ele deverá ser colocado em uma área segura, cercada e com boa parte do piso forrada com o mesmo material que o filhote deverá aprender a usar como banheiro (jornal, tapete higiênico, areia sanitária, etc). À medida em que ele for crescendo, o espaço reservado para o banheiro deverá ser reduzido aos poucos até um limite adequado ao porte do cão. Ele nunca deve levar bronca nem ficar de castigo nessa área. Os cães sempre dão algumas voltas no chão antes de fazer as necessidades. Prestando atenção a esses sinais, o dono poderá levar o filhote a tempo para o local correto, lembrando de recompensá-lo pelo acerto com um petisco e um cafuné. Outra dica é que os cães possuem um relógio biológico preciso e, sendo animais de rotina, preferem fazer tudo sempre nos mesmos horários. Os filhotes têm a bexiga pequena, por isso eles precisam se aliviar mais vezes do que os adultos. Mas, como regra geral, os cães fazem as necessidades num prazo de até 90 minutos depois de acordar, depois de comer e depois de se exercitar/brincar.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Feliz Natal, por Odin!

Odin


Feliz Natal

Flecha

Cães e gatos precisam de cuidados especiais na praia

Kelly Cristina Choque, médica veterinária do Hospital Veterinário Batel, explica quais são os riscos de levar o pet ao litoral


Apesar dos alertas nas praias proibindo os animais de estimação na areia, muitos donos arriscam e levam o pet para passear, imaginando que não vai fazer mal apenas dar uma voltinha. Porém, segundo a médica veterinária Kelly Cristina Choque, especialista em dermatologia do Hospital Veterinário Batel, ao fazer isso, o proprietário está colocando em risco a sua saúde e do animal.

No caso dos humanos, os principais riscos são as doenças que podem ser transmitidas pelo contato com a areia da praia. “Os casos mais comuns são micoses de pele, bicho geográfico e parasitas de intestino. No caso das dermatites, as partes do corpo mais afetadas são pés, pernas e mãos. Nas crianças, esse tipo de problema é ainda mais recorrente, pois elas ficam mais tempo em contato com a areia”, alerta a veterinária.

Além disso, também existem os males que esse tipo de ambiente traz para os animais. Um dos principais problemas é a exposição à doença do verme do coração, que é transmitida por mosquitos encontrados com maior frequência no litoral. “Esse verme se aloja no coração do animal, provocando sintomas que podem demorar anos para aparecer, mas que costumam ter consequências muito graves. Além disso, trata-se de uma zoonose, ou seja, pode ser transmitida a humanos, alojando-se no pulmão”, explica.
A médica relata que, no pet, os sintomas da doença são tosse, falta de ar, inchaço nos membros e na barriga, cansaço e língua arroxeada. “Para prevenir o contágio o animal deverá ser medicado antes e depois da viagem. Além disso, antes de realizar qualquer viagem com o pet, o ideal é levá-lo ao veterinário para avaliar suas condições de saúde”, recomenda.

Kelly explica que outros males também podem afetar cães e gatos que vão ao litoral como conjuntivite, problemas de peles, complicações intestinais e verminoses. “O contato com a areia da praia pode causar uma série de problemas, pois eles também ficam expostos às fezes de outros animais. Além disso, o contato constante com a água pode aumentar as chances de o pet ter alguma inflamação de ouvido”, aponta.

Para evitar todos esses problemas a veterinária indica que, antes de viajar com o animal de estimação, o dono deve levá-lo ao veterinário e deixar as vacinas em dia. “Também é recomendado que o pet seja desverminado e receba algumas vacinas para prevenir a contaminação de determinadas doenças como a giardíase, por exemplo, que afeta o sistema intestinal dos cães”, aconselha.

Vale lembrar ainda que, como o calor costuma ser maior no litoral, o cuidado com a desidratação precisa ser redobrado. “É fundamental deixar o pet sempre em um lugar fresco e manter água abundante à disposição, além de trocá-la constantemente. Se o dono for fazer algum passeio, o ideal é que seja feito no começo da manhã ou à noite, pois nesses horários a temperatura estará mais amena”, finaliza a veterinária.


Fonte: Bem Paraná

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Maltês

Grupo 9 
País de origem: Bacia Central do Mediterrâneo
País Patrono: Itália
Nome no país de origem: Maltese
Utilização: Companhia

RESUMO HISTÓRICO: seu nome não significa que ele é originário da ilha de Malta, porque o adjetivo “Maltês” vem da palavra semítica “màlat” que quer dizer refúgio ou porto; esta raiz semítica se encontra em todo uma série de nomes de lugares marítimos; por exemplo o nome da ilha Adriática ilha da Méleda, a cidade Siciliana de Melita e também o da ilha de Malta. Os ancestrais deste pequeno cão viviam nos portos e cidades marítimas Centrais do Mediterrâneo onde caçavam camundongos e ratos que se encontravam em profusão nos armazéns dos portos e nos porões dos navios. Na lista de cães existentes na época de Aristóteles (384-322 A.C.) ele menciona uma pequena raça para o qual atribui o nome latino de “canes malitenses”. Este cão era conhecido na Roma Antiga; companheiro favorito das matronas, foi elogiado por Strabon, poeta latino do Primeiro Século A.D.. Representações do Maltês por numerosos pintores da Renascência mostram este pequeno cão nos salões da época, ao lado das belas damas daquele tempo.




APARÊNCIA GERAL: de tamanho pequeno, corpo alongado. Coberto por uma pelagem branca muito longa. Muito elegante com um distinto e orgulhoso porte da cabeça.

COMPORTAMENTO / TEMPERAMENTO: vivo, afetuoso, muito dócil e muito inteligente.

PELE: muito aderente em todas as partes do corpo. Pigmentada com manchas escuras e com manchas vinho avermelhadas, especialmente no dorso. As bordas dos olhos, a terceira pálpebra e os lábios são pretos.

PELAGEM
Pêlo: denso, brilhante, lustroso, caindo pesadamente e de uma textura sedosa, muito longa sobre todo o corpo; reto sobre todo seu comprimento, sem sinal de ondulação ou caracol. Sobre o tronco deve ser mais longo do que a altura da cernelha e cai pesadamente para o solo, como uma capa bem colocada sobre o tronco sem se abrir ou formar flocos ou mechas. Flocos ou mechas são aceitáveis nos membros anteriores, do joelho à pata. Não tem subpêlo. Na cabeça, o pêlo é muito longo, como também, no focinho onde ele se mistura com o pêlo da barba, também no crânio de onde ele cai até misturar com o pêlo das orelhas. Na cauda, os pêlos caem para trás de um lado do corpo, quer dizer, sobre um dos fl ancos e sobre as coxas, de um comprimento que atinge os jarretes.

COR: branco puro; um pálido tom de marfim é permitido. Manchas pálidas de sombra laranja é tolerado, mas não desejado e constitui uma imperfeição.

TAMANHO / PESO
altura na cernelha: machos: de 21 a 25 cm.
fêmeas: de 20 a 23 cm.
Peso: 3 a 4 kg.

Fonte: CBKC
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