segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Whippet

Grupo10
País de origem: Grã-Bretanha
Nome no país de origem: Whippet
Utilização: Cão de corrida


Resumo Histórico: A raça tem origem na Inglaterra e foi oficialmente reconhecida em 1891. Os exemplares atuais diferem muito dos antigos. O Whippet é uma réplica em miniatura do Greyhound e é muito utilizado para esporte ou como charmoso, afetivo e inteligente cão de companhia. O Whippet descende de cruzamentos de pequenos Greyhounds com vários Terriers, ambos de pelo liso ou duro, sendo mais tarde usado o Greyhound Italiano em sua formação. Ele é o mais rápido dos cães domésticos dentro de seu padrão de peso e tamanho, atingindo até 56,5 Km/h. Sua especialidade é a incrível habilidade na perseguição e captura de coelhos. A raça é também conhecida como ‘Snap-Dog’ ( Snapped-up) devido a uma competição em que o cão que pegasse o maior número de coelhos seria declarado campeão. Ele também era utilizado em corridas realizadas e locais fechados. Além disso, se mostra um excelente cão de companhia, extremamente adaptável ao lar, gentil, afetuoso e de caráter estável. No entanto, requer grandes áreas para que possa correr diariamente.

APARÊNCIA GERAL: equilibrada combinação de poder muscular e força com elegância e linhas graciosas. Construído para velocidade e trabalho. Qualquer forma de exagero deve ser evitada.

COMPORTAMENTO / TEMPERAMENTO: um companheiro ideal. Altamente adaptável a ambientes domésticos ou esportivos. Gentil, afetuoso; disposição equilibrada.

PELAGEM
Pelo: fino, curto, cerrado.
COR: qualquer cor ou mistura de cores.
TAMANHO
Altura na cernelha: machos: 47 a 51cm.
fêmeas: 44 a 47cm.

Fonte: CBKC e Lupus Alimentos

Saiba que cuidados ter com cães e gatos em dias de verão

Donos devem levar cachorros para passear antes das 10h e após as 18h.
Gatos devem ter mais fontes de água à disposição, diz veterinária.

Rafael Sampaio Do Globo Natureza, em São Paulo

Cachorros e gatos de estimação exigem cuidados extras em dias de calor e de sol, afirmam veterinários ouvidos pelo G1. O consumo de água, o tamanho dos pelos, o local onde o animal dorme, o uso de ventiladores, tudo deve ser bem observado pelos donos no verão.
Os passeios, no caso dos cães, devem ser feitos em horários em que o sol não esteja tão forte. Uma orientação para evitar o sol é levar o pet para passear antes das 10h e após as 18h, afirma Maurício Duarte, médico veterinário do Hospital Cães e Gatos de Osasco, na Grande São Paulo.

A labrador Nina gosta de dar mergulhos na piscina em dias de calor (Foto: Isabela Figueira de Andrade/VC no G1) 
Cadela labrador na piscina em um dia de calor 
(Foto: Isabela Figueira de Andrade/VC no G1)
"É importante ficar atento para o caso de cachorros de focinho curto, de raças como boxer, pug e bulldog. Eles têm mais dificuldade para trocar calor", afirma Duarte. Como os cães transpiram pelo focinho, em dias quentes animais com esta característica podem ter mais dificuldade para respirar, para suar e até para dormir, pondera o veterinário. "Cerca de 90% dos casos de insolação e de problemas relativos ao calor que atendemos ocorrem com estes cachorros."
Duarte orienta os donos de pets a evitarem ventilador incidindo diretamente no animal. "O proprietário faz isso com boa intenção, mas dependendo do cachorro, pode causar traqueíte", diz ele. A traqueíte também é conhecida como "tosse canina" e é uma infecção das vias respiratórias.

Hidratação
Cães e gatos precisam beber mais água no verão, afirmam veterinários. No caso de passeios com cachorros, é bom oferecer a eles uma fonte de água a cada 15 ou 20 minutos, diz a médica veterinária Camilla Francisco, do pet shop Mercado Animal.
"Raças com peles mais sensíveis, como o pit bull, podem requerer passar um protetor solar antes dos passeios, mesmo nos horários com menos sol", afirma Camilla. Ela ressalta que a indicação é usar protetor solar comum, o mais neutro possível, sem cheiro e cor. Protetores solares específicos para animais não são muito fáceis de encontrar, portanto pode ser usado um protetor solar de marca convencional em separado para o cão, pondera a veterinária.
Duarte ressalta que protetor solar em cachorro deve ser passado nas orelhas, principalmente nas bordas, e no focinho. "São os locais mais afetados", diz ele. Com relação à exposição ao sol, a veterinária do Mercado Animal avalia que bichos com pelagem clara, pelos mais curtos e os albinos são os mais suscetíveis.
"Bull terrier, pit bull costumam ter pelos mais brancos, e já têm uma predisposição genética para ter dermatopatias [doenças de pele]", diz a especialista. Outras raças que exigem cuidados com o sol são dálmatas, lhasa apso e shih tzu, assinala Camilla.

Dálmata é uma das raças que participa da Exposição de Cães, em Goiânia (Foto: Divulgação/Edmilson Reis) 
Cão da raça dálmata; animais de pelo branco são
mais sensíveis ao sol, diz veterinário
(Foto: Divulgação/Edmilson Reis)

Patas queimadas

O veterinário do Hospital Cães e Gatos ressalta ocorrerem casos de cachorros que chegam com queimaduras na planta das patas, o chamado "coxim", devido ao animal ter sido levado para passear por longos períodos em local com asfalto ou calçada em dia muito quente.
"Acontece com frequência. A gente orienta a levar o cachorro para uma área de grama, um parque", diz Duarte. Estes locais são melhores para o cão passear e ajudam a evitar que os animais sofram queimaduras.
"Existem botinhas que podem ser colocadas nas patas do cachorro, mas em geral eles não se acostumam. Acredito que o melhor é evitar [locais de asfalto]", pondera o veterinário.
Tanto Duarte quanto Camilla orientam os proprietários a não colocarem roupinhas em seus pets em dias de calor. "Tem muita gente que fala que é 'roupinha de verão', mas no verão eu sou contra. O melhor é deixar o animal sem a roupa", diz a veterinária do Mercado Animal.
Aparar a pelagem do cachorro também é importante no verão, afirma Duarte. "Para os cachorros peludos, a orientação é fazer tosa se possível", diz o veterinário.
"Outra coisa que acontece e é comum é o animal se jogar na piscina. Labrador, principalmente, se joga mesmo. Já pegamos animal afogado, com infecção no ouvido", ressalta Duarte. É preciso tomar cuidado nestes casos, considera o veterinário.

Prince, gato da raça Bengal, participou de desfile para pets em Ribeirão Preto (Foto: Rodolfo Tiengo/ G1) 
Gato da raça Bengal em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo 
(Foto: Rodolfo Tiengo/ G1)

Cuidados com gatos

Os gatos em geral exigem menos cuidados porque não precisam ser levados para passear, afirma Camilla. "Eu deixaria a água corrente, em torneiras ou outras fontes, abertas por mais tempo do que o normal", diz ela, referindo-se à hidradação dos bichos.
Para fazer o animal beber mais água, uma dica é deixar duas ou três fontes de água corrente em casa, afirma o veterinário do Hospital Cães e Gatos. "Dobra a quantidade de água que ele toma, se deixar o líquido em movimento", afirma.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Pastor Finlandês da Lapônia

Grupo 5 
País de origem: Finlândia
Nome no país de origem: Lapinporokoira
Utilização: Pastores de renas




RESUMO HISTÓRICO: por centenas de anos os lapões têm usado cães do mesmo tipo que o Pastor Finlandês da Lapônia como pastores de renas. A aceitação do registro da raça foi iniciado em meados de 1950. Naquele tempo, o atual “Finnish Lapphund” e o Pastor Finlandês da Lapônia ainda eram reconhecidos como uma mesma raça. O Pastor Finlandês da Lapônia foi separado como uma raça própria em 10/12/1966, quando se percebeu que existiam dois tipos distintos de raças pastoras de renas.

APARÊNCIA GERAL: um spitz de pastoreio, de tamanho médio, claramente mais longo que a altura da cernelha. Os ossos e músculos são fortes. O cão é musculoso, entretanto, não deve dar a impressão de ser excessivamente pesado. O sexo deve ser claramente definido. A pelagem é adequadamente adaptável ao clima ártico. 

COMPORTAMENTO / TEMPERAMENTO: dócil, calmo, amigável, energético e pronto para servir. Late prontamente quando está trabalhando.

PELAGEM
Pelo: a pelagem externa é de comprimento médio ou longo, reta, bem ereta e áspera. O subpelo é fino e denso. O pelo é muito mais profuso e longo no pescoço, peito e na parte detrás das coxas.

COR: preto em diferentes tons, até acinzentado ou marrom escuro, em tonalidades mais claras que a cor de base; marcas acinzentadas ou amarronzadas são frequentes na cabeça, parte inferior do corpo e pernas. Manchas brancas no pescoço, peito e pernas são permitidas. O subpelo é preto, acinzentado ou amarronzado.

TAMANHO
Altura na cernelha: altura ideal para machos: 51 cm.
altura ideal para fêmeas: 46 cm.
com tolerância de ± 3 cm

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Viajando com seu cão de avião

O que é preciso saber para que tudo dê certo? Veja dicas importantes para que a viagem seja boa, tanto para você quanto para seu cão.

TAM
 (foto: Jorge Tiago / Flickr)

As exigências para transporte de animais são diferentes em cada companhia aérea e se informar com antecedência ajuda a evitar surpresas
As férias estão chegando e você decide viajar com seu cão. Boa idéia! Porém logo surge uma pergunta: O que é preciso fazer para que tudo dê certo? Alguns cuidados e providências devem ser tomados para que a experiência da viagem seja boa, tanto para você quanto para o seu cão. Vamos às dicas:
Antes de qualquer coisa, certifique-se que o seu cão está em boas condições gerais de saúde e tenha atenção aos seguintes pontos:
  • As cadelas prenhes não podem viajar de avião (algumas companhias chegam a proibir o embarque);
  • Os cães idosos, por serem mais susceptíveis ao estresse, não devem fazer esse tipo de viagem, principalmente se tiverem algum problema de saúde, como problemas cardíacos, ou se não estiverem acostumados a viajar;
  • Filhotes são desaconselhados a viajar antes de completarem o calendário de vacinação pelo risco de contraírem alguma doença e pela exigência do comprovante de vacinação para o embarque;
  • Algumas raças com focinho achatado como pug, bulldog, boxer e shih tzu são mais propensas a terem falta de ar por causa da altitude devido à conformação anatômica das suas vias respiratórias – há casos de cães que morrem nas viagens;
  • Certifique-se sobre os riscos do cão contrair Dirofilaria (verme do coração) no local de destino e, se for o caso, faça a prevenção.
Ao escolher a companhia aérea é importante informar-se sobre as especificações para transporte de animais, pois cada companhia possui suas normas. Algumas permitem que cães com até 10 kg (peso do cão somado com a caixa de transporte) viajem na cabine junto com seu dono, outras só permitem que o cão viaje no compartimento de cargas. Apenas os cães-guia, chamados de animais de serviço, viajam sempre na cabine junto com o dono e algumas companhias nem mesmo exigem uso de focinheira, considerando o treinamento que esses cães têm. As companhias também fornecem as dimensões exatas que a caixa de transporte deve ter, de acordo com o peso do cão. Lembre-se de contatar a companhia aérea com antecedência para reservar o lugar do seu cão, pois há limite máximo de animais por vôo. Quanto ao tipo de vôo, a melhor opção é o vôo direto, sem escalas, principalmente se o cão for viajar com as cargas. Se isto ocorrer, evite os horários mais quentes do dia (em caso de verão) ou os mais frios (em caso de inverno).
A documentação exigida para o deslocamento de animais depende do destino. Para vôos dentro do território nacional, não é necessário GTA (Guia de Trânsito Animal) para cães e gatos. Exige-se apenas o atestado sanitário emitido por um médico veterinário registrado no Conselho Regional de Medicina Veterinária e a comprovação da vacinação contra a raiva, obrigatória para animais com mais de três meses de idade e que deve ter sido aplicada há mais de trinta dias e menos de um ano. A carteira de vacinação contra a raiva deve conter: o nome do laboratório fabricante da vacina, selo da vacina, número do lote ou partida, data de fabricação, data de aplicação e validade da vacina, e ainda carimbo e assinatura do médico veterinário. Para viajar, as vacinas dadas em campanhas de vacinação não são válidas, pois elas não possuem carimbo de um médico veterinário.
Quanto ao tipo de vôo, a melhor opção é o vôo direto, sem escalas, principalmente se o cão for viajar no porão
Para vôos internacionais é importante entrar em contato com o consulado do país de destino para informar-se sobre as exigências em relação à entrada de animais em seu território, uma vez que cada país possui suas próprias regras. Por exemplo, a Austrália é um dos países mais rigorosos quanto à entrada de animais, chegando até mesmo a proibir a entrada de animais provenientes do Brasil alegando não ser um país livre da raiva. Em contrapartida, o EUA é um dos países com menor rigidez quanto a entrada de animais. Para qualquer destino fora do Brasil é necessário um documento chamado CZI (Certificado Zoossanitário Internacional), emitido pelo Serviço Veterinário Oficial do país de origem, com o objetivo de garantir o cumprimento das condições sanitárias exigidas para o trânsito internacional de animais até o país de destino. O CZI é obtido na Unidade do Ministério da Agricultura situada no aeroporto e a documentação e vacinas exigidas variam de acordo com o país. Um detalhe importante é que, para a emissão do CZI, a validade do atestado sanitário dado pelo médico veterinário é de apenas 72 horas. Para mais informações acesse: www.agricultura.gov.br.
Na hora de adquirir a caixa de transporte, atente para o fato de que ela deve ser adequada ao tamanho e peso do cão e se enquadrar nas especificações fornecidas pelas companhias aéreas. Independentemente das dimensões, a caixa de transporte deve:
  • Ter tamanho suficiente para que o animal fique de pé e dê uma volta de 360°;
  • Não ser grande demais, para evitar que o cão seja jogado contra as paredes da caixa em caso de turbulência;
  • Ser feita de material que evite vazamentos de dejetos do animal;
  • Ter abertura em pelo menos três lados para permitir uma boa ventilação;
  • Ter alças fortes, pois a caixa será manipulada pelos funcionários da bagagem;
  • Ter locais fixos para água e comida.
Dica: O cão deve se acostumar com a caixa antes da viagem. Para isso, deixe que ele entre, saia, brinque e coma dentro da caixa. Depois, deixe que ele fique dentro da caixa fechada por curtos períodos ao longo do dia. Estes procedimentos de familiarização do cão com a caixa de transporte diminuirão seu estresse com a viagem e o farão considerar a caixa como um lugar seguro.
Com tudo pronto, chegou a hora do embarque. O que fazer para preparar seu cão para o vôo? Seguem as dicas:
  • O primeiro passo é a identificação do cão, feita através de uma coleira com todos os dados do proprietário, contatos e local de destino;
  • Deixe-o sem comer por pelo menos três horas antes do embarque, para evitar vômitos durante o vôo;
  • Ande com seu cão pelo tempo suficiente para que ele fique cansado e urine ou defeque, assim ele ficará mais relaxado durante a viagem;
  • Colocar dentro da caixa o brinquedo preferido dele, também algo que contenha o seu cheiro (pode ser uma peça de roupa) e uma almofada ou travesseiro;
  • Evite despedidas longas e demoradas, pois deixam o cão mais ansioso durante a viagem;
  • A sedação altera os reflexos e equilíbrio do animal, o que pode ser bastante prejudicial durante o vôo. Ela deve ser evitada e feita somente sob prescrição do médico veterinário, quando necessária.
Agora é só aproveitar.
Boa viagem!

Fonte: DogDicas

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Toy Fox Terrier

Grupo 11
País de origem: Estados Unidos da América
Nome no país de origem: Toy Fox Terrier
Utilização: Companhia




APARÊNCIA GERAL: o Toy Fox Terrier é verdadeiramente um toy e um terrier, e ambos influenciaram em sua personalidade e carater. Como um terrier, o Toy Fox Terrier possui uma inteligência aguçada, coragem e animação. Como um toy, é pequeno e devotado, com um infinito amor para com seu dono. O Toy Fox Terrier e um cão toy bem balanceado, de aparência atlética, exibindo graça e agilidade na mesma medida que na força e no vigor. Seu flexível corpo musculoso tem um contorno elegante que combina com a impressão de um movimento sem esforço e de infinita  resistência. É naturalmente bem tosado, orgulhoso, animado e alerta. Os traços caraterísticos são sua elegante cabeça, seu pelo curto brilhante e predominantemente branco, acoplado à uma cabeça predominantemente sólida e a sua cauda inserida alta.

TEMPERAMENTO: o Toy Fox Terrier é inteligente, alerta, amigável e leal com seu dono. Aprende tarefas novas rapidamente, é ansioso para agradar e se adapta a quase todas as situações. Como qualquer outro terrier, é possessivo, espirituoso, determinado e não se intimida facilmente. É um cão altamente animado, cômico, divertido e brincalhão durante toda a sua vida. Qualquer atitude ou personalidade que não seja de um terrier deve ser penalizada

PELAGEM
Pelo: brilhante, acetinado, de textura fina e lisa ao toque. Ligeiramente mais longo no  pescoço, cobrindo uniformamente o corpo.


COR
Tricolor: predominantemente preto na cabeça com manchas castanhas nas bochechas, lábios e em pontos dos olhos. Corpo com mais de 50% de branco, com ou sem manchas pretas. Branco, Chocolate e Castanho: predominantemente chocolate na cabeça com manchas castanhas nas bochechas, lábios e pontos dos olhos. Corpo com mais de 50% de branco, com ou sem manchas chocolate. Branco e Castanho: cabeça predominantemente castanha. Corpo com mais de 50% de branco, com ou sem manchas castanhas. Branco e Preto: cabeça predominantemente preta. Corpo com mais de 50% de branco, com ou sem manchas pretas. As cores devem ser ricas e limpas. Marcas são aceitáveis, mas não podem atingir nos olhos e orelhas. Branco limpo é preferido, mas uma pequena quantidade de pequenos pontos coloridos (salpicados) não deve ser penalizada. As manchas no corpo dos cães tricolores de cabeça preta devem ser pretas; As manchas no corpo dos cães tricolores de cabeça chocolate devem ser chocolates; ambos com ou sem uma ligeira franja castanha ao lado do corpo, próxima ao peito e sob a cauda é normal, assim
como nos bicolores.

TAMANHO: 8,5 inches a 11,5 inches (21,25 cm a 28,75 cm)
9 inches a 11 inches (22,86 cm a 27,94 cm) - preferidos
8,5 inches a 11,5 inches (21,25 cm a 28,75 cm) - aceitável


Fonte: CBKC

domingo, 13 de janeiro de 2013

Malamute do Alaska

Grupo 5 
País de origem: Estados Unidos da América
Nome no país de origem: Alaskan Malamute
Utilização: Cão de Trenó




APARÊNCIA GERAL: o Malamute do Alaska é uma das raças mais antigas de cães de trenó. É um cão poderoso, de construção sólida, com peito profundo, um corpo forte e bem musculoso. O Malamute faz seu stay correto, e com essa postura sugere muita atividade e porte orgulhoso; com a cabeça bem erguida e olhos atentos demonstra interesse e curiosidade. A cabeça é larga. As orelhas são triangulares e eretas quando em atenção. O focinho é massudo, diminuindo ligeiramente em largura da raiz até a trufa. Não é pontudo ou longo e nem curto e grosso. A pelagem é espessa, os pelos externos são ásperos e de comprimento suficiente para proteger o subpelo que é lanoso. Os Malamutes são de várias cores. A marcação da cabeça é uma característica distinta. Consiste em uma espécie de touca sobre a cabeça. As faces podem ser todas brancas ou marcadas por uma faixa e/ou uma máscara. A cauda é bem franjada, portada sobre o dorso e tem a aparência de uma pluma ondulante. O Malamute deve ser um cão de ossatura pesada, com membros perfeitos, boas patas, peito profundo e ombros poderosos, além de apresentar todos os outros atributos físicos necessários para uma eficiente performance no cumprimento de sua tarefa. A movimentação deve ser firme, balanceada, incansável e totalmente eficiente. Ele não foi criado para competir em corridas de trenó, em provas de velocidade. O Malamute é estruturado para a força e resistência e nenhuma característica individual, incluindo temperamento, deve interferir na realização desse propósito, caso isso ocorra, deve ser considerado como o mais grave dos defeitos.
 
TEMPERAMENTO: afetuoso, amigável, não é um cão de “um só dono”. É um companheiro leal, dedicado, brincalhão, mas geralmente impressiona pela sua dignidade após a maturidade.


PELAGEM
Pelo: o Malamute tem uma pelagem de proteção espessa e rústica, nunca longa nem macia. O subpelo é denso, comprimento de 2,5 a 5 cm, oleoso e lanoso. A rude pelagem de proteção varia em comprimento assim como subpelo. A pelagem é relativamente curta para média, nas laterais do corpo, com o comprimento da pelagem aumentando ao redor dos ombros e do pescoço, debaixo do dorso e sobre a garupa, nos culotes e na cauda. Os Malamutes normalmente têm uma pelagem mais curta e menos densa durante os meses do verão. O Malamute é mostrado naturalmente. Trimming não é aceito a não ser para dar uma aparência limpa às patas.
 
COR: as cores normalmente variam de cinza claro passando pelas tonalidades intermediárias do preto, areia e tonalidades de areia ao vermelho. Combinações de cores são aceitáveis no subpelo e pontas. A única cor sólida permitida é todo branco. Branco é sempre a cor predominante na parte inferior do corpo, parte das pernas, patas e parte das marcações da face. Uma mancha branca na testa e/ou um colar, ou uma mancha na nuca é atrativo e aceitável. O Malamute é mantado. Cores irregulares ou salpicos que se estendam sobre o corpo são indesejáveis.
 
TAMANHO: existe uma gama natural de tamanhos na raça. As medidas ideais para cães de tração são:
Machos: 63,5 cm, na cernelha – 38,5 quilos.
Fêmeas: 58,5 cm, na cernelha – 34 quilos.
Entretanto, as considerações sobre o tamanho não devem ser mais importantes que às sobre o tipo, proporção e atributos funcionais, como ombros, peito, patas e movimentação. Se durante o julgamento alguns cães estão equivalentes no tipo, proporções e atributos funcionais, será selecionado aquele que mais se aproximar do tamanho ideal para cães de tração.


Fonte: CBKC

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Poodle

Grupo 9 
País de origem: França
Nome no país de origem: Grand Caniche
Caniche Moyen
Caniche Nain
Caniche Toy
Utilização: Companhia



RESUMO HISTÓRICO: etimologicamente, a palavra francesa “caniche” vem de “cane”, palavra francesa para a fêmea do pato. Em outros países, a palavra faz referência à ação de agitar o bico na água. Em sua origem, ele era empregado para a caça de pássaros aquáticos. É descendente do Barbet de quem conservou muitas características. Em 1743, era chamado “la caniche”: a fêmea do Barbet. Por conseqüência o Barbet e o Caniche foram progressivamente separados. Os criadores se esforçaram para obter exemplares originais e de cor uniforme. O Poodle tornou-se muito popular como cão de companhia, graças ao seu caráter amável, alegre e fiel, e também devido aos seus quatro tamanhos e suas diferentes cores que cada um pode escolher segundo sua preferência. 

APARÊNCIA GERAL: cão de tipo mediolíneo, de pelagem encaracolada característica, cacheada ou encordoada. Tem aspecto de um animal inteligente, constantemente em alerta, ativo, harmoniosamente construído, dando uma impressão de elegância e altivez.

COMPORTAMENTO / TEMPERAMENTO: cão reconhecido por sua fidelidade, apto a aprender e a ser treinado, o que faz dele um cão de companhia particularmente agradável.

PELE: flexível, sem flacidez, pigmentada. Os Poodles pretos, marrons, cinzas e abricós ou fulvos avermelhados devem ter uma pigmentação conforme a cor da pelagem. Para os brancos, a pele ideal é prateada.

 
PÊLO
Poodle de pêlo cacheado: pêlo abundante de textura fina, lanoso, bem ondulado, elástico e resistente à pressão da mão. Espesso, farto, de comprimento uniforme, formando cachos iguais.
Poodle de pêlo encor doado: pêlo abundante, de textura fina, lanoso e fechado, formando cordões bem característicos. Devem medir ao menos 20cm.
 
COR: pêlo unicolor: preto, branco, marrom, cinza e abricó e fulvo avermelhado.
a. Marrom – deve ser sólido, bem escuro, uniforme e vivo. O bege e seus tons derivados mais claros não são admitidos.
b. Cinza – deve ser uniforme: suas gradações de tonalidade não devem tender ao preto nem ao branco.
c. Abricó – deve ser de uma tonalidade uniforme, sem tender ao fulvo pálido ou areia, nem ao fulvo avermelhado.
d. Fulvo aver melhado – deve ser de uma tonalidade uniforme sobre toda a pelagem. Não deve, em nenhum caso, tender ao abricó.

Pálpebras, trufa, lábios, gengivas, palato, orifícios naturais, escroto, almofadas plantares são bem pigmentadas.

TAMANHO
1. Poodles Grandes: acima de 45cm até 60cm, com uma tolerância de 2cm a mais. A reprodução do Poodle Grande deve ser desenvolvida e ampliada a partir do Poodle médio, uma vez que ele guarda as mesmas características.

2. Poodles Médios: acima de 35cm até 45cm.

3. Poodles Anões: acima de 28cm até 35cm.

O Poodle Anão deve exibir em seu conjunto o aspecto de um Poodle Médio reduzido, conservando, do mesmo modo, as mesmas proporções, sem apresentar qualquer característica de nanismo.

4. Poodles Toys: acima de 24cm até 28cm (a altura ideal: é 25cm) e até 24cm (tolerância de menos 1cm). O Poodle Toy conserva, em seu conjunto, o aspecto de um Poodle Anão e as mesmas proporções gerais correspondendo a todas as exigências do padrão. Qualquer sinal de “nanismo” é excluído, somente a crista occipital pode ser um pouco menos acentuada.
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